O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 05/01/2019
Segundo Albert Einstein, uma pessoa inteligente resolve um problema, um sábio o previne. Nesse sentido, o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil, deve-se tanto pela falta de prevenção da população, quanto pela ausência de mecanismos eficientes do governo para levar a conhecimento das pessoas informações sobre essas doenças.
Mormente, é indubitável que a falta de informações às pessoas que têm baixo rendimento econômico, alinhada a certas resistências de pessoas que detêm influência local, colabora para o ressurgimento das patologias que estavam, supostamente, erradicas. Ressalta-se também, que segundo a Organização Mundial de Saúde, 20 por cento das crianças não estão imunizadas com as vacinas. Nas primeiras semanas de 2018, o estado de São Paulo registrou 2.300 pessoas com suspeita de dengue. Enfim, problemas que demonstram a falta de prevenção.
O governo brasileiro tem tentado fazer a parte dele, pois em julho de 2018, o Ministério da Saúde lançou uma campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite de 160 milhões de reais, contudo, essas campanhas não têm surtido muito efeito, uma vez que sempre se tem um elevado índice de não imunização, já que na campanha de vacinação contra a gripe, por exemplo, cerca de 35 por cento das crianças de seis meses a 5 anos não foram vacinadas.
Diante do exposto, cabe à população conscientizar-se de tomar medidas preventivas, e ainda alguns com mais instruções e influências onde residem buscar a secretaria de saúde mais próxima para buscar informações para repassar para os vizinhos menos instruídos. Igualmente, o Ministério da Saúde, deve fazer com que os agentes de saúde, que são o contato mais próximo da população, recebam um treinamento mais eficiente para instruir a população, bem como a mídia deve inserir no contexto de seus programas os benefícios e as consequências da não vacinação.