O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 09/09/2019
O Ministério da Saúde recomenda a vacinação como o meio mais eficaz de prevenção à doenças infectocontagiosas. Assim, muitas morbidades foram erradicadas no Brasil, como por exemplo, a varíola, poliomelite, dentre outras. Porém, temos observado o reaparecimento de doenças dantes erradicadas, entre elas, o sarampo, a coqueluche, a rubéola e, com isso, o governo tem se preocupado no sentido de observar o perigo à saúde, com a possibilidade de levar à morte pessoas, que, por falta de informação, colocam suas vidas e a de seus filhos em risco.
Em 1998, um médico europeu publicou um artigo onde referiu o desenvolvimento do autismo como sequela de vacinas. Desde essa data, muitos pais e mães deixaram, e deixam ainda, de vacinar seus filhos, por acreditarem estar fazendo o melhor para eles. Em contrapartida, a prevenção de doenças, para as quais já existem vacinas, é algo a ser refletido com mais cuidado se pensarmos que existem tantas outras ainda em pesquisa para futura imunização, como, HIV, dengue.
Conforme notícia recente na mídia televisiva, embora a escolha pela não vacinação seja algo em crescimento internacionalmente, no Brasil, ainda observamos um número bem pequeno de pessoas que utilizam essa prática. Convém lembrar que, consta no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a obrigatoriedade legal de imunização como uma das maneiras de proteção à saúde e à vida infantil.
Sendo assim, é importante que o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério da Educação, distribuam às comunidades escolares, e isso se estende extra muros das escolas, cartilhas contendo orientações e esclarecimentos sobre a prevenção de doenças, em benefício da saúde. A informação distribuída por esse veículo, pode proporcionar aos pais, compreensão e entendimento sobre as contribuições que as vacinas podem oferecer na conjuntura de proteção à vida.