O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 31/03/2019

O número de mortos por agente patogênicos tem aumentado nos últimos anos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de um milhão de pessoas vieram a óbito por doenças que possuem medidas profiláticas. Com o reaparecimento de enfermidades erradicadas, a situação do Brasil piora, assim, a problemática persistirá devido ao descaso Estatal e a desinformação popular.

Em primeira análise, a falta de investimento em pesquisas nas Universidades Públicas compromete a população. Com a aprovação do corte de gastos promulgada em 2018, dificulta a conclusão de trabalhos e pesquisas de tratamentos e prevenção contra as doenças nacionais. Tal fato reflete na paralisação do desenvolvimento final da vacina contra o vírus da dengue, em que pesquisadores e estudantes da Universidade Federal de Minas Gerais estavam concluindo. Dessa forma, o Estado contribui na proliferação de enfermidades e além disso, afetando diretamente o direito à saúde previsto na Constituição de 1988.

Em segunda análise, a desinformação popular retarda o combate as doenças. Segundo o educador Paulo Freire, a educação muda as pessoas, e estas mudam o mundo. Entretanto, com um problema educacional junto as falsas informações geram consequência, como por exemplo, o movimento antivacinação, na qual consiste na não vacinação contra enfermidades, assim, colocando a vida em risco e facilitando o desenvolvimento do patógeno.

Em relação aos fatos citados anteriormente, conclui-se que para acabar com o reaparecimento de doenças erradicas no Brasil, o Estado, invista  em pesquisas acadêmicas com patrocínio direto e indireto a fim de que as universidades consigam realizar e concluir trabalhos e pesquisas de tratamento e prevenção na saúde. Some-se a isso, o Governo em parceria com escolas e mídias sociais, institua aulas, palestras, cursos e propagandas informacionais sobre o tema abordado para que leve informação a todos. A final, quem sabe assim, a vida prevalecerá.