O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 29/07/2019

No livro considerado sagrado por fiéis, nota-se uma passagem em que Deus pune os egípcios com 10 pragas, sendo 5 delas insetos e anfíbios. Sob esse viés, atualmente no cenário atual do país, certas doenças antes dadas como controladas tem intensificado problemas distintos; como superlotação de postos públicos de baixa estrutura e a falta de saneamento básico em alguns pontos específicos que deixam a sociedade a mercê desta situação.

Em primeiro lugar, vale lembrar, que a falta de ações governamentais e políticas públicas funcionais colaboram para o problema, visto que o descaso por parte do Estado para com soluções e aprimoramento das já existentes são perceptíveis . De acordo com dados do Ministério da Saúde (MS), até 2014 foram previstas mais de 25.520 Unidades Básicas de Saúde (UBS) construídas, ampliadas ou reformadas; no entanto, nem 25% dos números foram concretizados.

Em segundo lugar, convém ressaltar, que a escassez em que a população rural convive provém de uma raiz funda cultivada por desigualdades sociais, pobreza e baixa qualidade de vida. Outrossim, destaca-se, que as pessoas que estão frequentemente nestes ambientes, são mais propensas as epidemias, na medida que, por exemplo, no caso da febre amarela, a massa rural é afetada duplamente. Uma primeira carga vem da própria exposição a vetores de uma doença potencialmente grave como a febre amarela; e uma segunda, do acesso limitado à saúde".

De acordo com os fatos supracitados, cabe ao  Ministério da Saúde (MS) com a ajuda de empresas privadas e através de verbas governamentais, reparar hospitais comunitários e construir estes em locais de pouco acesso, a fim de todas as camadas sociais serem beneficiadas com ambientes acessíveis. De resto, é de suma importância que as mídias  e jornais digitais, notifiquem seus leitores da relevância de se precaver de doenças emitidas por insetos e infecções.