O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 16/07/2019
Super-herói da DC, Superman possui uma grande força e uma saúde quase indestrutível, entretanto, o homem mais forte dos quadrinhos fica fraco quando está na presença de kriptonita. Fora da ficção, doenças tidas como desaparecidas estão voltando e agindo como kriptonita para a população brasileira. Nesse contexto, essa problemática tem base em fatores governamentais e sociais. Logo, faz-se necessário buscar alternativas para mudar essa situação.
Primeiramente, é conveniente destacar que o Poder Público brasileiro não investe de maneira efetiva para resolver esse impasse. Dessa forma, torna-se evidente que a falta de ações públicas, não só em torno das doenças, como também nas condições de vida das populações mais pobres, contribui para a manutenção do problema. Ilustra bem isso, uma pesquisa divulgada pelo G1, na qual, afirma que as más condições de vida influenciam no reaparecimento de doenças consideradas diluídas.
Segundamente, de acordo com Herbert José de Sousa, sociólogo brasileiro, o desenvolvimento humano só existirá quando a sociedade civil afirmar cinco pontos fundamentais: igualdade, diversidade, participação, solidariedade e liberdade. Contudo, existem movimentos antivacinação que agem fazendo o oposto na sociedade, uma vez que disseminam falsas ideias sobre as vacinas e alienam uma pequena parcela da população, mas, mesmo assim é o bastante para gerar graves problemas.
Fica claro, portanto, que o Governo deve, por meio do Ministério do Planejamento, elaborar estudos especiais e direcionar verbas para ações de saúde pública como saneamento básico para grupos que vivem em locais insalubres e estão a mercê de diversos riscos. Ademais, a Mídia como fonte de persuasão deve mostrar de maneira mais clara os benefícios das vacinas e as consequências que a negligencia pode trazer. Dessa forma, tais medidas visam combater o impasse de forma precisa e democrática.
GABRIEL KAIO SILVA PIMENTEL