O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 27/08/2019

A Revolta da Vacina foi um conflito no Rio de Janeiro relativo ao surto da varíola. Na atualidade brasileira, uma situação de prejuízos semelhante a essa é uma realidade relativa a doenças que não eram mais tão comuns. Nesse sentido, convém discutir sobre o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil.

Em primeira análise, nota-se que a premissa de John Locke, na qual a sociedade constituiu o Estado a fim garantir seus direitos, é negada. Tal fenômeno ocorre, pois o Governo não tem feito sua função com excelência, uma vez que a coleta de lixo não é uma conjuntura plena em todos os lugares, fato esse que pode acarretar aumento de doenças que não eram mais tão rotineiras. Como prova disso, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde, apenas em cinco meses existiu 23 mil novos casos de dengue no Paraná. Desse modo, a população pode ser assolada pela febre amarela, dengue e chikungunya. Logo, a União deve intervir.

Somado a isso, a desinformação é um outro problema. Tal circunstância vai ao encontro a máxima de A. Shopenhauer, em que o limite do campo de visão determina o entendimento do mundo. Isso acontece, porque muitos sujeitos não tem plenos conhecimentos sobre os mecanismo de prevenção de muitas doenças, com camisinha e vacinas. Nesse aspecto, o movimento antivacina assume um caráter de risco, que pode prejudicar a saúde da população. Em razão disso, os números de doenças, como sarampo e sífilis podem aumentar. Assim, promover educação é fundamental.

Em síntese, compete ao Estado promover um melhor serviço à comunidade, por meio da coleta de lixo regular em todas as áreas, uma vez que é importante torna esse direito universal, a fim de diminuir os casos de doenças associadas os mosquito da dengue. Ademais, compete ao MEC intensificar informação, mediante simpósios acerca da prevenção, nas escolas e vizinhanças, já que levar conhecimento é primordial, com o intuito de minimizar o aparecimento de mazelas, como sarampo e sífilis.