O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 09/09/2019
Desde o Iluminismo, evidenciou-se que a mobilização entre os indivíduos, em relação aos problemas enfrentados por cada um, promove o progresso social. No entanto, quando se observa a luta contra o reaparecimento de doenças erradicados no Brasil, é constatado que os ideais iluministas não acontecem na prática e a problemática persiste estritamente no país. Nesse contexto, percebe-se um grave problema de contorno específicos, o qual ocorre não só devido à negligência do governo, mas pela falta de saneamento básico.
É indubitável que a questão constitucionais e suas aplicações estejam entre o problema. Segundo estudo realizado pela Universidade de Stanford, uma queda de 5% na cobertura vacinal pode triplicar os casos anuais de sarampo. Logo, é verificado que o princípios constitucionais encontram-se deturpados à medida de que não assegura a prevenção de doenças, visto que essa falha acarreta na abertura do caminho para a propagação de doenças, fazendo a população padecer por conta da irresponsabilidade das autoridades e de uma pequena minoria que não se vacina.
Outrossim, evidencia-se a falta de saneamento básico como impulsionador para o problema. Consoante o filósofo Rousseau, o homem é produto do meio em que vive. Nessa perspectiva, com carência de água potável, coleta de lixo e tratamento de esgoto, corrobora para o aparecimento de doenças já controladas, uma vez que é nesses locais onde bactérias e vírus se proliferam. Desse modo, uma mudança nesse cenário é imprescindível para ultrapassar as barreiras que regem essa problemática.
Mediante o exposto, fica claro que medidas são necessárias para resolver esse impasse. Portanto, cabe às autoridades repassar 7% das verbas arrecadadas com o PIB para o Ministério das Cidades poder investir em saneamento básico, por meio de parcerias públicas privadas para diminuir os custos e atender a todos, com finalidade de acabar com a precariedade sanitária, e consecutivamente, cessar com locais de proliferação de vetores. Ademais, cabe também o Ministério da Saúde intensificar as campanhas de vacinações, mediante propagandas educacionais acerca dos malefícios da não vacinação, que serão exibidas nos canais de comunicação, com finalidade de proteger a população contra enfermidades. Assim, o reaparecimento de doenças será atenuado, fazendo valer os ideais iluministas.