O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 11/03/2020

Segundo Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida” vivida no século XXI. O reaparecimento de doenças coincide com o modelo desse desenvolvimento, acredita-se que, a volta com esse problema esta interligado à falta de imunização e a condição de vida da população brasileira.

De acordo com o Ministério da Saúde, boa parte dos indivíduos não vão aos centros de atendimento por equívocos próprios ou pela falha na compreensão quando trata-se de prevenção. A vacina é vista como uma das formas mais eficazes em questão de proteção à diversas patologias, quando crianças muitas não são imunizada por erros paternos. Maiorias dos pais adotam que as doenças podem ser causadas por alimentações inadequadas ou por receios de acharem que a vacinação não é preventiva. Mas pelo contrário, a vacina estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos que tem como função proteger o organismo da invasão de bactérias e vírus.

Além disso, outra maneira de contaminação é pela falta de profilaxia. Muitas famílias vivem em situações de miséria, não tem acesso à produto de higiene pessoal , água potável, redes de esgotos e postos de saúde. Países que refletem esses aspectos, podem ser caracterizado uma semiperiferia. Ainda há um grande índice de pobreza, milhares de pessoas encontram-se nas ruas ou em moradias de péssimos estados. Com esse déficit, facilita para a manifestações de doenças.

Portanto, o combate à liquidez citada no início a fim de conter o avanço das patologias erradicadas deve torna-se efetivo, uma vez que essas dificuldades diminuam. Sendo assim, desde que haja parceria entre o governo, comunidade e família, será possível amenizar o processo de humanização aos indivíduos e a colaboração para melhoria para formar de convivência, construindo uma sociedade mais fiel e justa conforme  à constituição.