O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 03/06/2020

A varíola, enfermidade que dizimou a população da Sibéria em 1890, corre o risco de ressurgir por causa do degelo, provocado pelo aquecimento global, que pode expor os corpos, com o vírus, enterrados nessa região. Essa situação piora, hodiernamente, pelo fato de pessoas recusarem a vacinação como modo de prevenção, o que acarreta um possível epidemia de moléstias como esta. Para isso, convém analisar as problemáticas e a possível solução desse quadro estarrecedor.

Primeiramente, a população se recusa em tomar medidas profiláticas. Trata-se de um corpo social oriundo de uma época “livre” de doenças, causadoras de embargos, que no passado assolaram indivíduos, isto é, para eles, se a enfermidade não está matando, é “melhor” não se imunizar a fim de “evitar” um possível contágio, algo já alertado pelo diplomata Maquiavel, o qual dizia que os fins justificava os meios. Entretanto, esses “meios” se tonam um lástima quando, por negligência de algumas pessoas, outras são infectadas pelo vírus e chegam à óbito. Logo, famílias deixarem de vacinar seus filhos, muitas vezes, recém-nascidos, mesmo sabendo de tal importância, elas legitimam a disseminação de doenças erradicas e mostram-se completamente ineficazes no controle parental.

Ademais, o governo se omiti em controlar este caos. Isso é banal na ausência de campanhas sociais de incentivo à vacinação, nos cidadãos que sofrem com a ausência de saneamento básico em comunidades periféricas e professores que não informam aos seus alunos como a imunização pode salvar ,até, paralisias infantis, como a do vírus da poliomielite. Por conseguinte, se torna comum vê pessoas desinformadas com medo de a vacina suscitar danos imunológicos nos filhos e que se tornam alvos de grupos antivacina que disseminam discursos leigos, contra estudos científicos, da eficácia na prevenção de um doença. Portanto, uma autoridade deixar pessoas sofrerem, em pleno século xx1, com esgotos a céu aberto e não educar corretamente estudantes sobre excelência da vacinação, ela realça os ditos de Bakunin e corrobora o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil.

Destarte, é mister que o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação promovam ações de combate à ressurgência de doenças erradicadas, com propagandas, em rádios e televisões, para alertar os cidadãos da importância da vacinação, com especialistas explicando como ela combate o vírus no hospedeiro, disponibilização de imunizações nos postos de saúde, gratuitamente, por meio de alertas em jornais para comparecer ao local e levar profissionais em comunidades para criar alternativas no despejo de excrementos. tal iniciativa deve ainda buscar ajuda de escola e da seara midiática a fim de promover aulas gratuitas na internet, palestras e reuniões, de como um simples prevenção pode salvar vidas. Dessa forma, evitar-se-á o retorno de enfermidades, como a da Sibéria.