O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 16/08/2020
A Varíola foi responsável por mais de 300 milhões de mortos, tendo seu auge na Idade Antiga e Moderna, mas graças ao médico Edward Jenner, criador da primeira vacina, ela foi eliminada da história em 1980. Nesse contexto, percebe-se a importância da vacinação para o combate de uma série de doenças, entretanto, no Brasil, fatores como religião, fake news, influência estrangeira, e desconfiança são responsáveis pelo avanço do movimento antivacinas, podendo, além de causar uma diversas de mortes e transmissão em massa, resultar em uma superlotação do sistema de saúde.
Inicialmente, o aumento do movimento antivacia, embora já existisse antes disso, deu-se depois do artigo de Andrew Wakefield, em 1998, que relacionou a vacina tríplice viral ao autismo, logo, depois disso, o movimento ganhou força e se espalhou por toda a Europa, atualmente, sendo considerado pela OMS uma das piores ameaças a saúde pública, pois deixa, principalmente, as crianças exporta uma série de infecções, que podem levar a morte ou sequelas, além de ampliar a a transmissão da doença.
Dessa forma, na atualidade, essa ideologia é uma das mais preocupantes para o governo brasileiro, pois, devido a globalização, a influência estrangeira, principalmente, norte americana, e a grandes índices de fake news torna o Brasil propenso a ser alvo de tais ideias, tornando-o propício a surtos e epidemias, que consequentemente, gerará um aumento da taxa mortalidade e uma crise, por falta de infraestrutura adequada, no sistema de saúde pública, além de contribuir para reaparecimento de doenças outrora erradicadas, e, embora ainda seja pequena a quantidade de antivacinadores, localizando-se, principalmente, nas classes sociais elevadas (A e B), percebe-se um aumento da incidência do doença que já haviam sido combatidas, como: tétano, caxumba, sarampo, entre outros, causando mortes e ampliando o raio de contaminação.
Em suma, percebe-se que o reaparecimento de doenças erradicadas está diretamente ligado como o movimento antivacinas, que, por sua vez, é responsável por deixar a população exposta ao agentes patógenos e aumentar raio de contaminação da doença, além de poder gerar uma crise no sistema de saúde pública, portanto ações devem ser tomadas pelo MEC, órgão responsável pela formação sistematizada dos cidadãos, por meio de aulas, palestras e cartilhas que promovam, nos alunos, a importância da vacinas e mostre o quão prejudicial pode ser não a consumir, para, assim, combater o movimento antivacinas, proteger a vida das crianças e adolescentes, além de defende-los contra surtos e epidemias, logo, diminuindo a taxa de mortalidade e evitando uma possível crise econômica e social, com isso, protegendo a economia e melhorando a qualidade de vida da população brasileira.