O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 15/08/2020

No documentário “A vacina que mudou o mundo” do History Channel (2010), apresenta que a vacina antipólio foi importante para finalizar os surtos de poliomielite, que ocorriam todo verão nos Estados Unidos na década de cinquenta. No contexto atual, o reaparecimento de doenças erradicadas vem sendo um desafio, não só pelas campanhas fracas de vacinação, que não chamam a atenção do povo quanto ao perigo, mas também pela escassez das vacinas no Sistema Único de Saúde.

Antes de tudo, as campanhas de vacinação no Brasil tornaram-se esquecíveis. Assim, as taxas de resguardo caíram consideravelmente. Por exemplo: a tetraviral, que previne do sarampo, caxumba, rubéola e varicela; esta apresentou um baixo nível de cobertura, cerca de 70% da população. A porcentagem ideal seria cerca de 95% de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), demonstrando a má execução das propagandas de resguardo.

Ademais, as vacinas em falta no Sistema Único de Saúde, ocorrem devido a alta demanda da população. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil vem comprando vacinas pelo fundo estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde. Haja vista que o Brasil não possui um laboratório qualificado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Diante do exposto, é evidente que a má execução da propagandas de vacinação cria um efeito em cadeia, causando a baixa taxa de vacinação dos habitantes, por consequência trazendo de volta de doenças erradicadas. Assim, o Ministério da Saúde deve retomar as campanhas nas escolas, rádios e televisão para conscientizar sobre a importância da vacinação para evitar o contágio desses males, por meio da ajuda de pesquisadores especializados na área. Tal medida visa evitar os surtos de poliomielite que ocorriam nos verões de 1950, nos Estados Unidos. Como é apresentado no documentário “A vacina que mudou o mundo”.