O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 08/08/2020
No começo do século XX, a gripe espanhola foi uma pandemia que matou aproximadamente 500 milhões de pessoas, tido como consequência também, crise mundial em diversos setores. Entretanto, o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil é um frequente ponto de preocupação, visto que a falta de acesso a meios tecnológicos e a marginalização social evoluem o problema.
Todavia, Nelson Mandela já dizia que a arma mais poderosa é a educação, falta de acesso a mídia e de fontes informacionais impedem que as pessoas se mantenham ligadas sobre possíveis enfermidades, considerando também, a escassez de orientações transmitidas através de profissionais de saúde em hospitais ou postos locais. Assim, regiões apoiadoras do movimento anti-vacina, além de influenciar o próximo, estão pondo em risco suas vidas com a possibilidade da volta de doenças.
Nesse viés, a problemática periférica em muitas localidades brasileiras é alvo de muitas patologias, visto que a falta de saneamento, infraestrutura, higienização em ambientes públicos são fatores expostos que aumentam o número de doentes. Portanto, segundo Bauman: “Não é a crise que muda o mundo, e sim a reação a ela”. Evidenciando a falta de ações tomadas e o ressurgimento de enfermidades, pois, depois de erradicadas doenças como: sarampo e febre amarela. A obrigatoriedade da população brasileira seria ter um cuidado maior e se vacinar para evitar o retorno.
Contudo, convém ao Ministério da Saúde promover campanhas vacinatórias, patrocinadas pelo governo federal, onde a mídia detalha a importância da vacina para a saúde populacional. Assim, podendo tornar esse processo um pré requisito para a classe trabalhadora, ambiente escolar. Além de tudo, o tratamento de esgotos em regiões marginalizadas seria uma maneira essencial para erradicar totalmente as enfermidades, considerando o Brasil bastante heterogêneo e com um lamentável passado de patologias trazidas por navegações escravas.