O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 05/08/2020
A partir da revolução técnico-científica, a aquisição de novas tercnologias na medicina, como a descoberta da Penicilina por Alexander Fleming, permitiu o desenvolvimento da humanidade e a melhora na qualidade de vida. Assim, o combate e a prevenção de epidemias tornou-se mais eficiente, promovendo maior controle dos indivíduos sob as efemeridades mundiais. Entretanto, na contemporaneidade, o aumento de casos de doenças reemergentes preocupa o contexto brasileiro. Sobre essa perspectiva, seja pelo descaso social, seja pelas discrepâncias políticas, faz-se necessário a análise dessa conjuntura.
Em primeira análise, cabe ressaltar os reflexos da banalização da ciência e das lacunas preventivas no Brasil. Com uma cultura de conscicentização arcaica, apresentam-se predisposições sociais no consumo e aceitação de notícias falsas referentes as práticas de prevenção indicados legalmente. Logo, movimentos “anti-vax”, contrários à imunização passiva, recriam um cenário semelhante as gerações desprovidas de tecnologia, estimulando o reaparecimento de doenças erradicadas, como sarampo, de acordo com Ministério da Saúde. Nesse sentido, segundo o sociólogo Durkheim, a individualização comportamental resulta no abandono da conscientização coletiva da solidariedade orgânica, essencial para o controle epidemiológico global. Dessa maneira, medidas são imperiosas a fim de combater essas manifestações retrógadas.
Ademais, o desequilíbrio do investimento público em comparação com a necessidade nacional contribui para a perpetuação da problemática. Com a redução dos recursos do governo direcionados à saúde, o país torna-se vulneável no combate das atuais e futuras efemiridades, dado que o Sistema Único de Saúde é o principal meio de conteção, e, também, o mais afetado. Sob essa lógica,