O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 27/09/2021

Desde o Iluminismo, movimento intelectual e filosófico, entende-se que uma sociedade só prospera quando um se mobiliza com o problema do outro. Por outro lado, quando se observa o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil, hodiernamente, percebe-se que esse utópico iluminista é certificado na teoria, mas não na prática. Por conseguinte, vírus e bactérias voltam a assombrar a sociedade, ora pela falta compromisso das pessoas, ora pela disseminação de fake news sobre as vacinas. Nesse sentido, convém avaliar as principais causas do problema.

Primeiramente, o artigo 6ª da Constituição Federal, promulgada em 1988, garante saúde como um direito social para todos.  No entanto, é possível perceber que a falta de compromisso da sociedade destói essa consonância, desse modo, muitas crianças deixam de ser vacinas. Por consequência disso, o Ministério da Saúde vem notando ano após ano uma menor taxa de cobertura vacinal, pois não batem as metas. Diante disso, as doenças voltam a assombrar a população, principalmente os cidadãos que não podem tomar as vacinas, como os que possuem alergia ao ovo, matéria prima de algumas vacinas.

Outrossim, a disseminação de fake news contribui para a constância do problema. De acordo com Bismark, político, “só a educação liberta”, e essa está ligada diretamente a politica, no entando a falta de políticas pública como a busca ativa dos ausêntes da sala de vacinação e campanhas educativas, corroboram com a negação da vacina, pois muitos deixam de se vacinar ou vacinar seus filhos por não acreditarem na ciência e duvidarem dessa por conta das notícias falsas. Paralelamente, estamos presenciando os problemas dessas mentiras que circulam na internet, pois grandes jornais relatam que cidadãos deixam de tomar a vacina por medo, uns de virar jacaré, outros de serem implantados chips. Logo, verifica-se que é necessário o Governo esclarecer essas notícias falsas, que circulam principalmente no mundo virtual, para barrar o reaparecimento de doenças extintas.

Em suma, é evidente que a falta de educação contribui para a negação de vacinas. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, órgão responsável pela administração da saúde do Brasil, bonificar as UBS(Unidades Básicas de Sáude) que cumprirem a meta vacinal, com o intuito dessas realizarem atividades que envolvam toda a comunidade como pelestras, distribuição de briquendos para os vacinados e busca ativa dos faltosos da sala de vacinação, com o objetivo aumentar o número de vacinados. Além disso, o Ministério da Educação deve distribuir cartilhas nas escolas, que abordem todas as vacinas, para que serve e pincipalmente que relate sobre as doenças que elas protengem e o quanto isso é benéfico para todos da sociedade. Como resultado, doenças já erradicadas não voltaram a assustar a população, contribuindo, dessa forma, para prosperidade da sociedade.