O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 02/08/2021

A Magna Carta brasileira de 1988 garante os direitos a saúde e a educação. No entanto, essas jurisprudências são contestadas, uma vez que há a problematização do reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil. Inquestionavelmente, essa falha ocorre devido à insuficiência de palestras de ensino, em escolas e faculdades, voltadas para a necessidade de erradicação de moléstias e à falta de regulamentação de leis que visam garantir a vacinação da população.

A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover palestras, em instituições de aprendizagem, voltadas para os resultantes do reaparecimento de doenças no país. Indubitavelmente, modalidades de ensino como história e ciências são necessárias, mas a falta de investimento governamental nessas áreas de estudo acarreta a desinformação populacional e a minimização de distúrbios a saúde. Inegavelmente, a carência de apoio de órgãos públicos a essas matérias, tem como seguimento o desconhecimento das massas sobre os consequentes do ressurgimento de moléstias, fato esse, que contribui para os baixos índices de imunização dos cidadãos e para a disseminação de epidemias. Por consequência da falta de investimento em palestras educacionais e da insipiência dos residentes da nação, as enfermidades outrora extinguidas vão reaparecer, afirmação essa que é exemplificada pelo jornal G1, com o surto de sarampo, pólio e difteria nas regiões do Brasil resultante da desinformação acerca da vacinação.

Além disso, é de conhecimento público que a exiguidade de estandardização de legislações é um dos empecilhos que contribuem para o reaparecimento de doenças na nação. Sob o mesmo ponto de vista, segundo o veículo de informações UOL, as leis existentes, como a ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente, que assegura a vacinação e a imunização em massa da população, são uma previdência, mas somente com os decretos regulamentares são determinados os detalhes de como uma diretriz irá agir. Visto isso, é evidente que sem a regulamentação, o ressurgimento de enfermidades já erradicadas continuará a acontecer, circunstância essa que, conforme a Agência Brasil, acarretou 500 casos de sarampo, no ano de 2018, enquanto a cobertura vacinal do país estava abaixo de 50%.

Em suma, com a falta de palestras de ensino e o desprovimento de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Saúde, organize palestras mensais, por mio de anúncios inseridos em meios de comunicação on-line, que permitirão o diálogo entre os participantes, para politizar a população sobre a importância de erradicação de doenças. Ademais, promover assembleias públicas para instruir as massas sobre as consequências do reaparecimento de enfermidades no país, o que resultará em uma nação informada, com o efeito de criar cidadãos mais conscientes.