O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 09/08/2021
Com a diminuição dadas distâncias proporcionadas pela globalização, a disseminação de doenças em escala global tornou-se uma preocupação constante entre a civilização. Desse modo, medidas preventivas são indispensáveis entre as fronteiras que contam com um grande fluxo de pessoas. Entretanto, a eficiência de tais medidas são frequentemente questionadas, e, atualmente são foco da descrença de muitos indivíduos devido a diversos fatores.
A tecnologia, nesse aspecto, proporciona um espaço para a disseminação de notícias falsas sobre medidas preventivas e prejudica o combate de doenças históricas. Neste caso, a dispersão de notícias exageradas sobre os efeitos colaterais, ocasionam baixa adesão à campanha e tornam maiôs a frequência de uma doença que já fora preocupação da saúde pública em torno do começo do século XX e retornou ao cenário brasileiro.
Além disso, a descrença no potencial contagioso é outro fator que influencia o reaparecimento das enfermidades. Sob essa perspectiva, os jovens são os mais prejudicados por tal modo de vida, ao prazo que prezam mais pelo prazer momentâneo do que a preservação. Tal atitude, segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo foi responsável por um aumento de 603% nos casos de sífilis na região.
Para alterar tal situação de descrença, é necessária uma grande campanha conscientizadora. Assim, cabe ao Ministério da Saúde a vinculação de vídeos em diversas mídias sociais com o intuito de que a população se mantenha informada das consequências evitáveis, além de que enfatize uma maior distribuição de preservativos em espaços frequentados por jovens, como bares e faculdades, a fim de diminuir a disseminação de DST’s. Com tais ações, é possível alterar os índices de reaparecimento de doenças e controlar as enfermidades que assolam o cotidiano brasileiro.