O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 21/08/2021
A contituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artido 6 °, o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prorrogativa não tem se reverberado com enfâse na prática quando se observa o índice de reaparecimento de doenças erradicadas no brasil, dificultando desse modo, a universalização desse direito social tão importante.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de autoridades governamentais para combater a volta dessas doenças. Nesse sentido, gerando problemas como a questão do meio ambiente, desigualdade social e a fome, em que ambas coibem para a volta dessas doenças que ja foram erradicadas no brasil. Segundo as ideias do filosofo Jonh Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que infelizmente e evidente no Brasil.
Ademais, é fundamental apontar de que o movimento antivacina vem agindo como impulsionador da volta das doenças no Brasil. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 20% das crianças não são imunizadas com vacinadas no Brasil. Esse movimento vem tomando forma desde 1998 com uma pesquisa de Andrew Wakefield, onde disse que as vacinações da Tríplice viral podem ter relação com os casos de autismo, assim esse movimento acabam trazendo a volta de doenças já erradicadas, e mortes que poderiam ter sido evitadas. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se identificar esses objetivos. Para isso, é imprescindível que a Organização Mundial da Saúde, por intermédio de propagandas na mídia, conscientize a população a cuidar do meio ambiente e sobre a importancia de se vacinar, afim de erradicar totalmente essas deonças. Assim, se consolidará uma sociedade mais saúdavel, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.