O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil

Enviada em 02/09/2021

Na idade média, surgiu umas das primeiras epidemias da história -o surto da peste bubônica-, a qual foi responsável por dizimar uma parte da população europeia da época. Tempos depois com o avanço da medicina e o surgimento de antibióticos se tornou possível a erradicação de doenças, como a causadora dessa epidemia. No entando, quando se observa o reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil, nota-se que esse erradicamento não se concretizou realmente. Certamente, o descaso pública junto da ignorância populacional são entraves que contribuem para essa problemática.

Precipuamente, durante a República Velha, o saneamento básico no Rio de Janeiro (RJ) se encontrava em péssimas situações, às quais faziam parte do cotidiano de milhares de pessoas. O governo não tinha preocupação em investir na sua melhoria e, logo as consequências surgiram -o reaparecimento de doenças já erradicadas em outros lugares do mundo-. De maneira análoga, a atual situação brasileira não se difere, visto que, moradores se encontram em condições de miséria e são os mais acometidos por esses males. Ademais, os habitantes de áreas mais remotas do Brasil carece de auxílio, caso contraia algumas dessas enfermidades, a partir daí tornar-se obrigatória a assistência governamental, para que seja possível o tratamento e, posteriormente o desaparecimento dessa enfermidade.

Contudo, na prática a realidade no combate está longe de chegar a utopia prevista na teoria. Outrossim, ainda na República Velha, visto a situação que se encontrava o RJ naquela época possibilitou o retorno de doenças que antes acreditava-se que estavam extintas e com isso a eclosão de movimentos como a revolta da vacina (a população se negando a vacinar-se por falta de informação). Destarte, a ignorância presente na população do século XX agiu como principal vilão para a compreensão e resolução dessa situação. Adicionalmente, a ação dos governantes é de suma importância para combater não só os enfermos, mas também esses “vilões” que abarca os cidadãos desde o tempo em que se deu essa revolta, até os dias atuais.

Em suma, é inegável que medidas são necessárias para amenizar esse problema. Portanto, o governo junto do Ministério da Saúde devem em conjunto criar planos de combate para essas doenças com campanhas de vacinações e conscientização, por meio das redes midiáticas e das escolas, com o intuito de informar e preparar os cidadãos sobre as causas e meio de propagações e seu devido tratamento. Além de investir em palestras nas escolas a fim de informar desde a educação infantil. Assim, tornando possível a erradicação prevista pós surgimento dos antibióticos.