O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 14/02/2022
Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma pedra morro a cima. Chegando ao topo, era vencido pela exaustão e a pedra retornava à base. Hodiernamente, esse mito se assemelha à luta cotidiana da sociedade contra a volta de doenças antes extintas como o sarampo. Desse modo, torna-se passível de discussão essa problemática bem como suas implicações.
Em primeiro plano, evidencia-se a ineficácia de políticas públicas. Essa logica é comprovada pelo papel passivo que o governo exerce na administração do país, mesmo com projetos de vacinação, não são suficientes para uma mudança significativa no quadro atual. Segundo a SES-MG, 130 casos de sarampo, uma doença já erradicada, foram registrados só no estado de Minas Gerais. Diante disso, cabe ao Estado priorizar seus recursos para reverter a problemática atual.
Outrossim, é valido destacar o papel do individuo como ferramenta para superar essa problemática. Diante da recusa dos próprios cidadão em tomar as vacinas, esse nuemro tend a crescer. Desde a época colonial na chamada” Revolta da Vacina” uma das causas era falta de confiança na vacina, o que se assemelha a aos dias atuais, porem, esse tipo de raciocínio indica a falta de informação, visto que foram através delas que as doenças como sarampo foram erradicas e por sua falta que retornaram. Posto isso, é substancial a mudança do pensamento da própria população para uma devida transformação nesse cenário.
Portanto, é evidente que a volta dessa e outras doças é um caso preocupante e merece mais destaque do público e do governo. Nesse sentido, medidas devem ser tomadas, realizando campanhas informativas sobre os benéficos e as eficácias da vacinação, com o intuito de mudar o pensamento do povo, e assim, tomem atitudes que colaborem para o bem-estar geral dos cidadãos, com isso haverá cada vez menos lutadores contra esse transtorno mental.