O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 21/02/2022
São vários os passos para se proteger da COVID-19, por exemplo, higienizar as mãos com álcool gel, usar máscara, entre outros. Nesse sentido, a população está bem informada quanto a esses cuidados dado que é um assunto muito presente na mídia. Porém, outras doenças têm sido negligenciadas e, por isso, apresentam risco de retornarem e/ou terem um aumento substancial nos seus casos. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde intervir para impedir esse fenômeno.
Em concordância, para impedir a proliferação da dengue, por exemplo, é necessário a eliminação de objetos que permitam a acumulação de água. No entanto, a população tem dificuldade de encontrar esses objetos sem o auxílio dos agentes sanitários. Por isso, a visitação desses é importante no combate dessa doença em específico. Evidentemente, outras doenças exigem outros cuidados e não cabe a população memorizar todos eles.
Por certo que são muitas as doenças e seria muito caro se o governo precisasse intervir na prevenção de todas elas. Portanto, faz-se necessário o uso de métodos estatísticos para auxiliar na priorização das campanhas de prevenção. Um exemplo deses métodos é a média móvel. Nessa abordagem, quando o número de casos da doença supera a média móvel em um valor igual a um desvio padrão significa que há uma tendência de subida, ou seja, há a necessidade da intervenção governamental.
Em suma, cabe ao Ministério da Saúde impedir que doenças ressurjam. Para isso, é necessário que esse órgão monitore as ocorrências de todas as doenças do país e, por meio de métodos estatísticos, identifique quais tem maior probabilidade de ressurgir. Uma vez identificada, esse órgão governamental atuaria para previnir a doença em questão conforme as especificidades da mesma.