O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 08/03/2022
Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma pedra morro a cima. Chegando ao topo, era vencido pela exaustão e a pedra retornava à base. Hodiernamente, esse mito se assemelha à luta cotidiana da sociedade contra a volta de doenças antes extintas como o sarampo. Desse modo, torna-se passível de discussão essa problemática bem como suas implicações.
Em primeiro plano, evidencia-se a ineficácia de políticas públicas. Essa logica é comprovada pelo papel passivo que o governo exerce na administração do país, mesmo com projetos de vacinação, não são suficientes para uma mudança significativa no quadro atual. Segundo a SES-MG, 130 casos de sarampo, uma doença já erradicada, demonstrando a falta de empenho governamental. Diante disso, cabe ao Estado priorizar seus recursos para reverter a problemática atual.
Outrossim, é valido destacar o papel do indivíduo como ferramenta para superar essa problemática. Um dos conceitos filosóficos de Francis Bacon afirma que o comportamento do homem é contagioso, posto isso a atitude de tomar vacina influencia mais pessoas a repetirem o ato. Visto que são de grande importância para a erradicação efetiva dessas doenças, e por sua falta que retornaram. Posto isso, é substancial a mudança do pensamento da própria população para uma devida transformação nesse cenário.
Portanto, é evidente que a volta dessa e outras doenças são um caso preocupante e merece mais destaque do público e do governo. Nesse sentido, medidas devem ser tomadas, realizando campanhas informativas sobre os benéficos e as eficácias da vacinação, com o intuito de mudar o pensamento do povo, e assim, tomem atitudes que colaborem para o bem-estar geral dos cidadãos, com isso haverá cada vez menos lutadores contra esse transtorno mental.