O reaparecimento de doenças erradicadas no Brasil
Enviada em 28/10/2022
O período da Revolução Científica, iniciado no século XVI, proporcionou avanços no âmbito de saúde, como o controle de epidemias, através de mecanismos de prevenção. Entretanto, na atualidade, pode se observar o retorno de doenças antes consideradas erradicadas. Ainda dentro do viés em pauta, a carência instrucional de parcela da população sobre a importância das vacinas, aliada à precariedade de infraestrutura habitacional urbana, propiciam um atraso no combate as enfermidade enraizadas.
Sob esse viés, é imperioso destacar a falta de informação dada pelo governo à população. Durante os últimos anos vivenciamos situações de forte negacionismo a ciência e a eficácia das vacinas, essa onda de pensamento e fake news foi poderosa ao ponto da população negar qualquer tipo de vacina, fazendo com que doenças já erradicadas a décadas, como a febre amarela, voltasse a espalhar-se pelo país.
Ademais, a precariedade urbana enraizada do Brasil, torna o processo de erradicação das doença muito mais difícil. As populações periféricas e rurais, por exemplo, muitas vezes não tem acesso a informação sobre a importância da vacinação, ou até mesmo de como combater a proliferação da doença. Durante a pandemia do COVID-19 grande parte da sociedade marginal não tiveram o suporte necessário do governo a respeito da utilização e distribuição de máscaras, entre outras medidas necessárias para a segurança da população, causando diversas mortes que poderiam ter sido contidas.
Dessa forma, é necessário que o Governo Federal e o Ministério da saúde tomem providências para superar o impasse. Portanto, é mister que às instituições de saúde e governamentais proliferem notícias e campanhas a respeito da importância da vacinação e dos cuidados que deve ser tomado as doenças já existentes, enfatizando as áreas rurais e periféricas. Para que assim a população permaneça segura com os meios possíveis e que as doenças erradicadas não voltem a assolar o país.