O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens
Enviada em 02/05/2022
Na pesquisa Nacional da saúde (PNS) 2019, apontam que aproximandamente um milhão de pessoas afirmam ter diagnóstico médico de infecção sexualmente transmissível (IST) ao longo do ano, o que corresponde 0,6% da população com 18 anos ou mais. A principío, a falta de orientação e conscientização por parte dos familiares e orientadores educacionais gera um tabu no qual falar sobre sexo é errado ou até mesmo vergonhoso. Faz-se necessário, assim, entender os principais entraves da problemática: Exíguo incentivo familiar e falta de debate nas escolas.
É relevante abordar, primeiramente, que a faltar de exíguo incentivo familiar gera um dos grandes desafios a serem enfrentados para quebrar esse tabu entre pais e filhos. De acordo com filosófo Immanuel Kant ‘‘O ser humano é aquilo que a educação faz dele’’. Portanto, a falta de incentivo familiar faz com o que os jovens tenha relações sexuais precocemente sem conhecimento, gerando assim, uma gravidez indesejada ou até mesmo contrair doenças sexualmente transmissíveis.
Paralelo a isso, vale ressaltar, que a falta de debate é uma causa latente da problemática. De acordo com site G1, ’’ A educação sexual no Brasil ainda não é um assunto fácil de ser discutido, e enfrentam questões culturais, políticas e religiosas, que interferem no esclarecimento da sexualidade’’. Entretanto, a educação sexual é fundamental a ser tratada nas escolas, independente de questões religiosas, culturais etc, todos os jovens têm direito a ter conhecimento e informações sobre
sexo, já que inúmeros pais tem dificuldades em fala sobre o assunto com os filhos, é muito importante que seja abordados nas escolas.
Diante das questões pontuadas, é visível necessidades de melhorias em relação ao tabu que é fala sobre sexo na nossa sociedade brasileira. Para tanto, cabe ao
Ministério da Educação juntamente com os pais propor acordos para que sejam debatidos assuntos sexuais na escolas, por meios de paletras, ou até mesmo conteúdos educativos e informativos para que todos os jovens tenha consciência do que estão fazendo evitando assim doenças sexualmente transmissíveis, gravidez, além disso, incentivando a importância do uso do preservativo.