O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens

Enviada em 21/04/2022

A Constituição Federal de 1988 garante que o Estado tem o dever de proporcionar educação à população brasileira. Contudo, tabus impedem um ensinamento mais abragente aos jovens. Nesse sentido, tais indivíduos permancem vulneráveis, e ,por muitas vezes, são assediados sexualmente sem compreender a situação. À vista disso, é preciso analisar essa questão que é motivada pelo tabu social sobre a educação sexual, e como a desinformação causa a fragilização dos jovens brasileiros.

Diante desse contexto, é importante destacar o tabu como agravador dessa mazela. Sob essa ótica, uma análisa feita pela Agência Brasil mostrou que apenas 3 estados dos 27 incentivam a educação sexual. Dito isso, é evidente que os demais governos temem a opinião pública caso estimulem esse aprendizado, e, assim, angariam votos em detrimento da saúde mental e física desses adolescentes. Com isso, esse tabu segue firme na sociedade que acredita na sexualização dos jovens com essas aulas.

Ademais, vale ressaltar como a falta de informação fragiliza os mais jovens. Desse modo, segundo notícia do portal G1, após uma palestra sobre esse tema uma garota denunciou seu padrasto a uma professora por abuso sexual. Posto isso, é notório como as aulas esclarecedoras sobre o corpo humano e órgãos genitais podem minimizar essa problemática. Dessa forma, mais uma vez o tabu em não falar sobre esse assunto mostra-se ineficaz e prejuducial à nação.

Urge, portanto, que o Estado tome ações afirmativas no combate a esse tabu prejudicial aos brasileiros. Dessarte, o Ministério da Educação — órgão responsável pela educação da sociedade — deve incluir na grade curricular do Ensino Fundamental II e no Ensino Médio aulas esclarecedoras sobre educação sexual, por meio de projeto de lei aprovado no Congresso Nacional, a fim de educar os jovens e minimizar os casos de abuso sexual. Assim, a Carta Magna será obedecida conforme a lei que ela impõe nacionalmente.