O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens

Enviada em 15/05/2022

Na série original da Netflix “Sex Education” estrelado por Asa Butterfield ( Otis Thompson ) que faz o papel de um menino virgem que tem dificuldade de socializar e é filho de terapeuta sexual, Otis juntamente com uma amiga decide abrir uma clínica de terapia sexual clandestina na escola, contudo ele “quebra o tabu” entre os alunos no colégio, onde falar ou conversar sobre e educação sexual é estranho e contrangedor. Não diferentemente da série atualmente a educação sexual e desprezada entre as escolas e dentro de casa em família, o que acaba prejudicando os jovens que por falta de informação acabam indo atrás de outras pessoas e até de sites na internet que pedem influenciar e ensinas o errado. Perantes tantas transformações que a sociedade está passando, conversar sobre educação sexual com crianças e jovens se tornou necessário, a educação sexual não existe para incentivar ou influenciar em más escolhas, muito pelo contrário, ela serve para informar e conscientizar os adolescente, para que tenham uma vida segura e partindo disso um amadurecimento em suas relacões para que tenha respeito e responsabilidade. Porém conversar sobre esses assuntos relacionados é um grande tabu ainda hoje em dia e também um grande problema. Desse maneira, vale rassaltar que no Brasil atualmente há cerca de 41% de jovens que não conversam sobre sexo com seus pais, 33% não tiveram acesso a educação sexual na escola e menos de 20% buscam informações com gineologista, essa falta de informação resulta na gravidez precoce e no aumento de doenças sexualmente transmissíveis (DTS) na adolescência, na contemporaneidade há 21.676 mães adolescentes no país. Levando-se em consideração esses aspectos observados a educação sexual e necessária nas escolas, e o governo atual precisa se menifestar e resolver esse grande problema para que jovens se conscientizem e deixem de lado esse tabu. Como forma de solução, o governo atual deveria disponibilizar nas escolas uma aula por semana, com aulas mais dinâmicas para que os alunos não fiquem repreendidos e constrangidos com os temas, sendo assim, estariam todos informados e o país teria melhor controle quanto a quantidade de desinformação e de jovens com gravidez precoce e com doenças sexualmente transmissíveis.