O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens
Enviada em 13/05/2022
Desde sempre, foi considerado um tabu conversar com o público infanto-juvenil sobre sexo e sexualidade, por pensar que esse conversa seria guiada para o caminhto do ato em si. No entanto, muitos jovens se tornam ignorantes em relação a fazer e a reagir a tal ato, o que torna propenso a causar gravidez de meninas adolescentes, devido a falta de informações.
Na escola os professores passam o conteúdo do corpo humano mais bem detalhado. Mas existem pais que não aceitm que seu filho aprenda sobre nada relacionado a sexo. As vezes os alunos chegam na sala e alegam nunca terem conversado sobre isso com nenhum responsável. De acordo com a obstetra Albertina Duarte Takiuti, a deseducação sexual já está em todos os lugares e os adolescentes acabam aprendendo sozinhos sobre sexualidade. A educação sexual é papel da família, da escola, do Estado e das políticas públicas.
De acordo com a OMS no mundo, por ano, são aproximadamente 16 milhões de mães adolescentes entre 15 e 19 anos, e 2 milhões menores de 15 anos. O risco de morte materna duplica entre mães menores de 15 anos em países de baixa e média renda. A gravidez na adolescência causa negativamente uma mudança na vida das garotas como o abandono da escola, perdendo oportunidaes no mercado de trabalho e a conclusão do ensino educacional, assim, gerando uma situação de pobreza.
Dado o exposto, é notável que a falta de educação sexual cria jovens ignorantes e sem noção de como se previnir de problemas sexuais, como gravidez indesejada ou doenças graves. Logo, a educação sexual precisa, com urgência, ser debatida e ensinada nas escolas, desde o ensino fundamental, além de ser necessária a quebra desse tabu dentro de casa.