O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens
Enviada em 18/05/2022
Durante a maior parte da história humana, as DSTS circularam livremente e as pessoas não entendiam os riscos envolvidos nas relações sexuais. Hoje porém, com o desenvolvimento da medicina e a criação de métodos contraceptivos, o conhecimento em torno do assunto aumentou e tornou-se possível controlar quando ter filhos e evitar doenças. Apesar desses avanços, no Brasil persiste uma resistência em relação ao assunto, que dificulta a transmissão desse conhecimento aos jovens, isso se dá por culpa da pressão de pais conservadores e da falta de ações governamentais.
Primeiramente, evidencia-se a o pensamento conservador paterno como uma das causas da problemática. Segundo a filósofa francesa Simone de Beauvoir, “O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”. Similarmente, o costume desses cidadãos com a própria ignorância é um escândalo que leva-os a desvalorizar o ensino sexual e, sem perceber, botar seus filhos em risco privando-os do conhecimento necessário para ter uma vida sexual saudável e responsável.
Ademais, salienta-se a falta de ações governamentais como outra causa da problemática. De acordo com o filósofo grego Aristóteles, “A política deveria servir para garantir a felicidade dos cidadãos”. Porém, o que se vê no Brasil é um governo famoso por sua corrupção, que não investe nos seu povo e, portanto, não demonstra esforços em prover educação sexual para as gerações futuras.
Em suma, em virtude dos fatos mencionados, medidas são necessárias para resolver o problema. Nesse viés, cabe ao Ministério da Educação prover debates, aulas e palestras nas escolas, por meio da inclusão da educação sexual no currículo escolar. Ademais, cabe à Mídia – formadora de opinião do povo- denunciar políticos suspeitos de corrupção por meio de reportagens e documentários a fim de leva-los a julgamento e diminuir a corrupção no País. Assim, por meio dessas medidas, será possível alcançar um Brasil menos corrupto e menos conservador, que ensina a responsabilidade sexual para suas gerações futuras.