O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens

Enviada em 25/05/2022

A Constituição federal de 1988, prevê, em seu artigo 6°, o direito à educação como inerente a todo cidadão brasileiro. De maneira análoga a isso, a educação sexual no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a gravidez precoce e a diminuição das ist.

Em primeira análise, evidencia-se que arrogância principalmente da família, atrapalha muito a vida dos adolescentes, pois quando se fala de educação sexual, acham que a escola irá ensinar aos filhos a como se relacionar sexualmente, sendo que irá ensinar a como evitar a uma gravidez indesejada e várias outras coisas. Sob essa ótica, segundo ao MEC- ministério da educação, cerca de 65% dos pais não aprovam o ensino da educação sexual nas escolas, pois tem o seguinte pensamento “não quero que meus filhos aprendam a praticar o sexo”. Dessa forma, tendo uma visão distorcida sobre o assunto.

Além disso, é notório que a educação sexual ajuda tabem a evitar de pegar uma IST- infecções sexualmente transmissíveis, que acontece principalmente na adolescência, que é onde os jovens ainda não sabem sobre a importância do preservativo, que por sinal não é ensinado em casa. Desse modo, " Figueiró, a educação tem a finalidade e levar informação e conhecimento sobre o que diz respeita o corpo, para que as pessoas saibam de onde vieram". Consoante a isso, ensinando as pessoas que o corpo alheio não é algo público.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir esse tabu sobre em relação a educação sexual no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação fazer uma conscientização, por meio de palestras e teatros, a fim de ensinar as crianças e adolescentes sobre o básico da educação sexual, para que na adolescência eles estaja preparados. Somente assim, vamos estar agindo de acordo com a Constituição de 1988, artigo 6°.