O tabu em relação à educação sexual no Brasil e suas implicações para os jovens

Enviada em 22/05/2024

“A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança”. O discurso do deputado Ulisses Guimarães, em 1988, marcou a promulgação da Constituição Federal como bem-estar social e nacional. Nesse sentido, lamentavelmente, o tabu em relação à educação sexual e suas implicações para os jovens, no Brasil, representa um entrave para o cumprimento desses direitos na prática. Nesse viés, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a má gestão pública.

Cabe mencionar, em primeiro plano, que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Nessa ótica, de acordo com Confúncio, filósofo chinês: “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. De maneira análoga, é possível perceber  que, no Brasil, o governo não se preocupa com esse revés , e assim, os jovens não entendem e não tem aulas sobre a educação sexual, e acabam obtendo uma gravidez indesejada, ou podem até pegar doenças, se não compreender o assunto do próprio corpo. Diante disso, fica clara a necessidade de dedicação sob a defesa desses informes.

Outrossim, destaca-se a má gestão pública como impulsionador dos danos. Sob essa ótica, à luz de Émile Durkheim, filósofo francês: “O fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade”. Dessa forma, observa-se que a gestão pública não promove recursos públicos à sociedade e, desse modo, faz com que a população não se atente para o entendimento da sexologia. Logo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a conter a desconstrução do assunto sexual. Dessa maneira, cabe ao Estado conscientizar os cidadãos de como é necessário entender sobre o seu corpo e o que ele pode fazer, ou produzir, por meio de cartazes nas ruas e, até mesmo, campanhas em redes sociais (“Instagram e Twitter”), a fim de assolar os problemas envolvidos. Já o Ministério da Saúde, conscientizar escolas, de como é importante ter aulas sobre educação sexual, anualmente. Apenas desse modo, com as mudanças abordadas, tal problemática será resolvida.