O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 04/09/2020
A Revolução Industrial que teve inicio entre 1670 a 1940, foi o estopim para a exploração do trabalho escravo, um modo de produção que ultrapassava os limites dos operários. Análogo a isso, apesar das evoluções contantes, ainda acontece o aproveitamento contemporâneo nas áreas mais desfavorecidas. Outrossim, o êxodo rural, ocorre com intuito da busca por melhores condições de vida e sobrevivência, o que se torna uma vantagem para o trabalho abusivo nos dias atuais. Sendo assim, é relevante discutir a cerca desse impasse.
A priori, segundo estudos publicados pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o êxodo rural, nas duas primeiras décadas contribuiu com quase 20% de toda a urbanização do país. Além do mais, o trabalho em busca de melhores condições de vida, é um dos motivos para a crescente migração no Brasil. Porém, a precária oportunidade, visa a exploração frequente daqueles que conseguem emprego, deixando os trabalhadores sem seus devidos direitos.
Ademais, o Artigo 149 do Código Penal brasileiro indica que reduzir alguém à conduta análoga à de escravo, a reclusão é de 2 a 8 anos. Entretanto, apesar de ser uma lei, isso não intimida as pessoas a pararem de praticar o trabalho abusivo em suas indústrias, embora saibam disso , continua o hábito do egoísmo e da humilhação, visto que, promove carga horária exaustiva para os trabalhadores, salário baixo e sem direitos constitucionais, difamando os mesmos.
Em resumo, é imprescindível portanto, alternativas para solucionar esse problema. Cabe a ONU em companhia com o Conselho Nacional dos Direitos Humanos(CNDH), que tem missão fundamental erguer a voz em defesa dos diretos e da dignidade, promover uma rígida fiscalização nas indústrias e em outros meios de trabalho, estabelecer fiscais específicos para essa função, analisando todos os critérios que a empresa oferece aos funcionários, com intuito de apoiar e priorizar os direitos de todos os trabalhadores.