O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 11/09/2020
O trabalho escravo no século XXI, ainda é uma realidade pouco falada por maior que seja o alcance da tecnologia. É aos poucos que se percebe nos dias de hoje, documentos de contratação cujas diretrizes se referem a meios de trabalhos insalubres e que tiram proveito do funcionário, assim fazendo analogia aos meios do trabalho escravo. Tendo isso em mente é necessário combater esse meio de trabalho análogo à escravidão, utilizando o total alcance tecnológico e social como ajuda ao combate desse meio.
De modo a falar sobre a escravidão é válido lembrar que o Brasil fora o último país a aboli-la, sendo assim, ainda havendo nos tempos atuais, relatos de casos de trabalho escravo no Brasil. A partir de dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) no mínimo ainda existem cerca de 20,9 milhões de pessoas com trabalho análogas à escravidão, assim provando que o trabalho escravo continua sendo algo que deve ser combatido pela sociedade como um todo. É possível reconhecer esses trabalhos análogos pelo meio do ambiente em que se encontra o funcionário, o salário recebido por tal trabalho além da área em que o trabalhador se encontra.
No que se diz respeito do combate à escravidão, a tecnologia é uma forte aliada, pois, com o auxílio do monitoramento remoto utilizando de forma gratuita as informações de satélites e não sendo mais tão complicado o seu uso quanto antigamente, acaba por se tornar uma incrível ferramenta que é utilizada em conjunto com o Google Earth. Em uma pesquisa realizada por estudantes da Universidade de Nottingham cujo foi relatada a estimativa de mais de 55 mil fornos de cerâmica no cinturão de tijolos, lugar onde engloba o Paquistão e parte nordeste da Índia, onde ocorrem trabalhos em condições degradantes e não oficiais, sendo isso descoberto por conta da utilização desta nova versão de tecnologia.
Levando-se em conta o que foi observado, é possível perceber uma urgência no combate à escravidão contemporânea não apenas no Brasil, mas sim no mundo todo. Para que algo dessa grandeza seja feito, a Organização das Nações Unidas (ONU) podem por meio de estudos semelhantes ao que foi realizado pela Universidade de Nottingham, conseguirem controlar áreas de suspeitas de trabalhos análogos à escravidão ao longo dos anos, para que em um futuro próximo, isso venha a ser abolido por completo em toda sociedade.