O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 11/09/2020
É importante entender que a escravidão foi abolida em todo mundo, sendo o Brasil um dos últimos países a proibir essa prática. Porém, ainda são registrados casos de escravidão ou semelhantes ao mesmo no Brasil. É de conhecimento público que está cada vez mais difícil monitorar os indivíduos nas diversas regiões do nosso país, o que por desventura pode levar a ocorrência de casos como esse.
Desse modo, diversos países tentam se mobilizar contra esse crime, impondo leis e sentenças aos indivíduos que praticam atos de escravização ou semelhantes em relação ao meio impróprio que o trabalhador se encontra. De acordo com a pesquisa divulgada no portal de notícias especializado no assunto, “Escravo, Nem Pensar”, a OIT (Organização Internacional do Trabalho), estima que aproximadamente 20,9 milhões de pessoas no mundo ainda sofrem nessas condições de escravidão.
Além disso, muitos desses casos não são por trabalho forçado, e sim, por tratamentos impróprios ao trabalhador. Isso é observado na diminuição salarial de forma abusiva, ambiente insalubre à realização do trabalho, entre outros problemas análogos à escravidão que são relatados. No Brasil foram resgatadas mais de 56 mil pessoas nessas condições nos últimos 20 anos, com o auxílio de apenas uma ONG (Organização Não Governamental), “Escravo, Nem Pensar”, afiliada do portal de notícias que possui o mesmo nome.
Levando-se em conta o que foi observado, conclui-se que é necessário a mobilização de todos ao combate da escravidão em nosso país e nos países ao redor do mundo. Uma forma de suprimir esse problema é no implante de leis mais rigorosas, tecnologias com funções para ajudar nessa busca e planos combatentes a esses crimes. Isso só será possível por decisões Governamentais e o apoio de beneficiários da causa (ONGs). Assim, de forma gradual será possível enxergar uma melhora na sociedade, buscando justiça aqueles que só estavam atrás de um emprego ou com algum objetivo nesse meio profissional.