O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 14/09/2020
O filme “12 anos de escravidão” conta a história de um homem negro livre que foi sequestrado e teve que trabalhar como escravo nos Estados Unidos. E nesses anos ele sofreu humilhações, agressões físicas e verbais, além de ter que lutar pela sua sobrevivência. Esse filme retrata a realidade de algumas pessoas ao redor do mundo e, ainda, no Brasil por grandes marcas.
Por conseguinte, algumas marcas são mundialmente conhecidas por esse tipo de abuso, e não comentam a respeito, como a Nike, Adidas, Apple, Coca-cola, Victoria’s Secret, entre outras. Segundo informações a empresa Victoria’s foi investigada por 6 semanas em 2011. E nisso encontraram uma menina de 13 anos, afirmando, que foi retirada de sua escola para trabalhar e que sofria abusos. Logo, muitas empresas se aproveitam de seu poder aquisitivo para esconder casos como esses que são bem recorrentes.
Todavia, no Brasil há muitos casos semelhantes, mas que tem mais frequência no interior dos estados como Minas Gerais, São Paulo, Pará, Amazonas, entre outros. Devido ao desmatamento na Floresta amazônica, a escravidão é muito comum nesse estado, pois os trabalhadores necessitam de trabalho, então, eles preferem se sujeitar a certas condições precárias. E há relatos, durante a pandemia, de trabalho infantil escravo no interior de Minas, para não perder lucro na produção de cigarros feito de palhas. Enquanto isso, essas pessoas não têm seus direitos trabalhistas muito menos equipamentos de segurança.
Portanto, é preciso recorrer ao STF para diminuir o trabalho escravo no país, criando leis mais rígidas aos proprietários e empresas, e também ter uma fiscalização mais eficaz. Além disso, o Ministério dos Direitos Humanos deve intervir nessas situações, dando auxílio para os injustiçados e processando os abusadores. Com a finalidade de amenizar esses trabalhos desumanos e propondo uma vida mais digna para esses indivíduos sofridos.