O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 19/09/2020
Durante a primeira revolução industrial em meados do século XVIII, houve um aumento significativo na mão de obra, resultando na desvalorização dos trabalhadores. De maneira análoga e contemporânea, a classe trabalhadora se torna refém de um sistema opressor, resultante da falta de conhecimento de leis trabalhistas, mão de obra pouco qualificada e abusos por parte de empresas negligentes. Nesse sentido, convém a análise dos principais fatores e soluções para a problemática.
Inicialmente, cabe pontuar que a taxa de desemprego é um fator de grande relevância. Embora a classe proletária tenha adquirido direitos de melhoria ao longo dos anos por meio de reinvindicações, ainda sim, é vulnerável as condições econômicas, por medo do desemprego profissionais se submetem a receber baixos salários, realizando atividades extras sem remuneração apropriada. Infelizmente, essa realidade em conjunto a empresas desaplicadas, que visam somente o lucro, formam escravos contemporâneos.
Além disso, é válido ressaltar as condições de trabalho com cargas horarias extenuantes. O filósofo Friedrich Nietzsch citou " Pois quem não tiver para si dois terços de seu dia é um escravo, seja ele quem for", em concordância com a linha de pensamento, as longas jornadas impossibilitam uma rotina flexível, tornando o trabalhador desmotivado.
Destarte, a necessidade de medidas para reverter a situação. O estado deve fiscalizar de forma abrangente as condições de trabalho nas empresas, dando suporte aos trabalhadores, fazendo com que as leis de proteção ao empregado entrem em vigor. Dessa forma, promovendo melhores condições de trabalho. Somente então seremos uma sociedade que promove igualdade com melhor índice de condição de vida.