O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 19/09/2020

O conceito de entropia, da física, mensura o grau de desordem em um sistema termodinâmico. No entanto, fora das ciências da natureza, no que concerne ao trabalho escravo contemporâneo percebe-se a configuração de um problema entrópico, devido ao caos presente na questão. Nesse contexto, é interessante analisar tais impasses: a ausência de fiscalização governamental, bem como a falta de informação.

Destaca-se, a priori, que a não fiscalização governamental corrobora a problemática. Nesse sentido, na Era Vargas, o então presidente Getúlio Vargas, ficou popularmente conhecido pela criação de diversas leis trabalhistas, que garantem o bem estar e saúde dos trabalhadores. No entanto, no Brasil hodierno, essa premissa não é satisfatória, visto que, condições análogas a escravidão são presentes em nosso país em detrimento da falta de fiscalização da própria legislação que as criou.

A posteriori, cabe ressaltar que a falta de informação sobre o trabalho escravo atemporal consolida o entrave. Desse modo, com a chegada dos portugueses ao Brasil, a vinda e comercialização de escravos tornou-se comum, em razão da mão de obra barata oferecida pelos mesmos. Atualmente, a escravidão virou uma mancha na história da sociedade canarinha, mas persiste com propostas de má fé que abusam da inocência e carência de discernimento das vítimas, que deslumbram-se do alto salário oferecido e promessas falsas de melhoria de vida. No entanto, dão de cara com carga horária exaustiva e condições insalubre de trabalho e vivência humana.

Diante do que foi exposto, medidas devem ser tomadas. Para tanto, cabe ao estado fiscalizar o cumprimento das leis trabalhistas para garantir o bem estar social. Ademais, compete à mídia, devido ao seu grande papel de influência na sociedade, criar comerciais televisivos, para alertar a população sobre os sinais do trabalho escravo. Assim, escravagismo ficará apenas na história, como no período chega dos portugueses ao Brasil.