O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
O trabalho escravo esteve presente em quase todas as colônias do mundo nos séculos passados, incluindo o Brasil, esse que foi o último país da América Latina a abolir prática, apenas em 1889. Apesar disso, ela não deixou de existir por completo, até hoje, trabalhos análogos à escravidão são vivenciados. São, então, levantados questionamentos quanto ao cumprimento dos direitos humanos e ao relacionamento dessas ações abusivas com as grandes empresas.
A política de direito dos trabalhadores começou a ser implantada no Brasil no governo de Getúlio Vargas, motivo pelo qual passou a ser chamado de “pai dos pobres”. Desde então, leis foram criadas e modificadas a fim de estabelecerem proteção e justiça no ambiente laboral formal. Além disso, a mentalidade das pessoas no século XXI contém a ideia de liberdade de expressão, a qual inclui a importância do estabelecimento de direitos humanos em todas as áreas. Portanto, cada vez mais fala-se sobre a intolerância com tais injustiças.
Ademais, unida à esse atual pensamento, encontra-se a alta propagação de informação por meio das mídias. Nesse contexto, as grandes empresas acusadas de uso de trabalhadores, geralmente mulheres colombianas e peruanas, numa situação precária e ilegal tendem a exposição nas redes sociais e, portanto, o repúdio de muitos. O ideal de marca humanizada na contemporaneidade reforça a transparência que os clientes querem com a empresa, e vice-versa. Dessa forma, apesar da permanência dos abusos, a conscientização da população indica uma possível diminuição.
Logo, o trabalho análogo à escravidão no mundo persiste, mesmo com a manutenção de leis e pensamentos sociais. Cabe, então, aos governos, fiscalizarem e punirem corretamente essas atividades, levando em conta as denúncias disseminadas na internet no mundo todo. Além disso, é válida a criação de projetos e propagandas que busquem conscientizar a população de suas proteções, afim de fazer com que essa prática seja cada vez menos aceita e os direitos mais exigidos por todos.