O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/09/2020

No Brasil, surgem dúvidas a respeito do modo como é administrado os benefícios da classe trabalhista entre os diversos empregadores dos 3 setores da economia brasileira. O risco de que essa problemática seja espelhada na decorrência de um passado manchado pela exploração laboral e abuso de poder é preocupante.

Dentre todos os setores, é no setor primário, em principal na agricultura e na mineração, onde se extorque os trabalhadores em excesso, muitas vezes com longas cargas horárias deixando-os trabalhar em péssimas condições. Diante de uma análise do período feudal do Brasil, onde o sistema de servidão foi marcado pelos maus tratos a classe de camponeses,  se conclui que a atual inquietação enfrentada é um reflexo de uma analogia entre ambas épocas. O diferencial é que é inaceitável que o Brasil retroceda nessa área de pensamento.

Infelizmente, muitas dessas pessoas são simples e analfabetas. Vivendo com suas famílias nas terras onde trabalham, se encontram sem expectativas de vida. Os respectivos donos muitas vezes são empresários que investiram nas mineradoras e nas fazendas, como um novo lucrativo negócio, e não se importam com as regras dos artigos penais da constituição federal, muito menos com o bem estar de seus trabalhadores. Estes, ao passo que pensam em reivindicar seus direitos, acabam por se oprimirem diante do medo de perderem o pouco que tem.

Com o que foi levantado, é de extrema importância que o governo acompanhado pela OIT (Organização Mundial do Trabalho), recorram a regiões do Brasil onde o setor primário se destaque, para assim, iniciarem um processo de levantamento de dados a respeito das áreas de colheitas e mineração e como é implantado os direitos trabalhistas em cada uma delas. Uma vez coletadas as informações e identificadas as inflações, deverão solicitar  a presença dos donos e alerta-los de seus crimes.

Muitos empregados se encontram descontentes com a situação