O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
Na obra “A Utopia”, de Thomas More, é relatada uma sociedade perfeita na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. Contudo, no Brasil hodierno, percebe-se o verdadeiro contraste relativo à narrativa, haja vista que o país apresenta elevados índices de trabalho escravo devido não só ao preconceito racial, mas também à discriminação religiosa.
Em primeira análise, é valido ressaltar o preconceito racial como fator impulsionador do impasse. Sob essa ótica, na ideologia de John Locke ,o Estado é responsável por assegurar o bem-estar coletivo. Todavia, no Brasil contemporâneo, nota-se o severo antagonismo referente ao pensador ,uma vez que o trabalho escravo é uma realidade alarmante no país, potencializado pelo descompromisso do Governo Federal perante essa situação desumana. Dessa forma, é imprescindível reverter esse cenário devastador à sociedade brasileira.
Em segunda análise, é substancial enfatizar a discriminação religiosa como agente intensificador do empecilho. Nessa conjuntura, na perspectiva de Émile Durkeim, é dever do Estado garantir a segurança aos cidadãos. Entretanto, no Brasil contemporâneo , percebe-se a verdadeira divergência relativa ao sociólogo, haja vista que o trabalho escravo ainda é um entrave pertinente no país ocasionado pela intolerância religiosa, tão negligenciada pelas Autoridades Políticas Executivas perante a proteção da diversidade étnica. Dessa maneira ,é mister combater essa mazela da sociedade brasileira.
Logo, urge que o Governo Federal -como instância máxima de administração executiva- erradique o trabalho escravo do Brasil contemporâneo, mediante a eficiência das políticas públicas de combate ao preconceito racial, visando ao bem-estar aos cidadãos. Somada a essa medida, cabe aos Órgãos Competentes promover a segurança das pessoas vítimas de discriminações religiosas. Sendo assim, será possível estabelecer uma sociedade justa , saudável e integrada como em “A Utopia”.