O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 20/09/2020

Desde os primórdios da sociedade, existiram diversos modos de trabalho diretos ou análogos à escravidão, seja na Roma antiga, com escravismo de povos conquistados, ou em épocas medievais com servidão de trabalho. Ademais a isto, na temporalidade atual, ainda existe serviços que remontam como se fosse uma escravidão, até mesmo no Brasil, onde em 1888 foi assinada a declaração de abolição desse crime, principalmente para negros. De modo que é um tremendo desrespeito aos direitos humanos, sendo um ato drasticamente abominável.

Quanto a isto, elucidando, no século XV, onde ocorria a primeira revolução industrial, mesmo sendo um trabalho assalariado, os funcionários sofriam tremendos descasos, como ambiente hostil, viagem de trabalho exaustiva, preconceito com mulheres, crianças trabalhando, entre outros. Apesar de Hegel, filósofo, com a teoria do senhor e do escravo, implicando que essa relação só acontecia pela aceitação da posição inferior por parte do escravo, ainda é desprezável o ser humano ter passado por isso e continuado a passar até mesmo nos tempos atuais.

Outro fato à acrescentar-se, seria o contínuo serviço escravo na Amazônia, segundo ao Ministério do Trabalho e Emprego(MTE) 66% dos flagrantes do crime ocorreram em estados pertencentes à Amazônia Legal, que abrange parte do norte do país. Além disso, esses trabalhadores são em sua maioria, sequestrados para trabalhar juntamente à pecuária, podendo observar-se que apesar de antigo, a função submissa é um tema atual, presente ao redor do Globo, seja com mulheres, negros, pardos, amarelos e crianças.

Em suma, portanto, o problema é muito mais frequente do que deveria, e cabe ressaltar ao poder público uma melhora na sua feitoria e fiscalização, acarretando uma diminuição significante desse crime, que condena de 2 a 8 anos, sob pena de multa, desde 1940. Logo, suscitando uma melhora do ambiente trabalhista e originando penalidades concretas para quem atuou no crime.