O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
Como cantava Elza Soares: “A carne mais barata do mercado é a carne negra”,fazendo menção a escravidão,tempos mais sombrios interrompidos pela lei Áurea.Contudo,a velocidade e o encurtamento do mundo proveniente da globalização em conjunto com o capitalismo revitalizaram esses tempos de forma disfarçada.Assim,a ética se perde quando opta-se pelo menor preço ao invés da vida humana, seja sendo o infrator ou apenas participante de uma rede global.Portanto,surge um novo problema,de conhecimento de muitos,mas até que ponto a preocupação supera a comodidade?
Primordialmente,a escravidão aparece de roupa nova,porém sua essência perdura na contemporaneidade.Por certo,o plano de ação se repete e a prioridade permanece sendo o lucro.Nesse contexto,antigamente, quando a Inglaterra impôs que o Brasil encerrasse suas atividades escravistas, essas foram disfarçadas,trazendo imigrantes e retirando seu direito de ir e vir.Desse modo,o Brasil, de economia principalmente agro-exportadora,trás essa prática do passado para as lavouras,ambiente ainda pouco fiscalizado,aumentando seu lucro.
De outra parte,com a globalização,as grandes potencias passaram a ganhar mais poder tanto sobre o mundo como sobre a população em si.Desse modo, desde questões econômicas até a grande influência sobre a opinião mundial.Com isso, as informações podem ser facilmente manipuladas, como mostra o documentário “Dilemas nas redes”.Sendo assim,há falta de transparência e problemas imensos, como a escravidão no mundo atual,são ainda mais mascarados.
Visto os argumentos apresentados acima,é possível visualizar a extrema necessidade de se acabar com esse ciclo.Dessa forma,o governo juntamente com a ONU, devem aumentar a fiscalização nas zonas em que isso ainda não ocorre e criar um site para que exista um incentivo, ao menos, de pesquisa pela população.Com isso,a escravidão contemporanea pode começar a se extinguir, assim como no passado, ajudando milhares.