O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
A Lei Áurea, oficialmente Lei Imperial, sancionada em 13 de maio de 1888, foi o diploma legal que extinguiu a escravidão no Brasil. Com tudo, em pleno século XXI ainda é possível encontrar um contrastre dessa realidade no país onde empresas e comércios utilizam a desigualdade humana é o desrespeito e tendo em si, a continuação do trabalho escravo. No entanto, convém ser analisado as suas consequências de posturas negligentes para a sociedade.
De acordo com os dados divulgados pelo IBGE no ano de 2018, o Brasil possui cerca de 13 milhões de pessoas desempregadas, assumindo o fato de uma baixa renda, os deixando duro e forçados. Diante do exposto absurdos é inadmissível que a sociedade brasileira aceite de tal postura negligente e desumana a atual população. Na qual é revelado também outra informação, segundo a Walk Free (Fundação que trabalha no sentido de acabar com a escravidão moderna), no Brasil 161,1 mil pessoas submetidas a escravidão moderna.
Possuímos não só o desemprego, mas envolve tráfegos humanos, que segundo o Filosofo Francês Montesquieu, a escravidão é um direito ao qual torna o homem tão sujeito a outro homem, portanto tem o direito de “pose”. Diante do contexto o cidadão tem direito de ser livre, irreparável e inegociável, colocando um fim em uma problemática ainda discutível no século XXI. As pessoas trabalham desaminadamente de uma forma intensa e recebem baixa renda. Sendo assim, exposta de forma bruta, obrigatória e desrespeitosamente na frente de qualquer cidadão.
Portanto, medidas são necessárias para resolver. O governo deveria erradicar o trabalho análogo, através de medidas legislativas, atacando as práticas criminosas do trabalho forçado na sua origem, com a eliminação de outros aspectos, como a exploração laboral e promovendo oportunidade de trabalho digno para qualquer classe. Expondo nas mídias qualquer forma de preconceito e expandindo informações uteis. Dessa forma o Brasil poderia supera a escravidão.