O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/09/2020
Por volta do século XVI, teve início a escravidão no Brasil, e em 13 de maio de 1888, foi assinada a Lei Áurea, que abolia a escravidão no país, entretanto, atualmente, ainda existem casos de trabalho escravo. Normalmente, os indivíduos mais propensos a serem vítimas deste abuso são menores de idade, os de baixíssima renda, e refugiados, por não encontrarem outra forma de sustendo, mesmo que mínima. Todo trabalhador tem o direito de trabalhar sem exceder sua carga horária, receber de acordo como tal e possuir condições dignas de trabalho.
Em lugares distantes, como interiores, onde por exemplo, é feita a extração de minério de ferro e extração de metais preciosos ou a colheita de grãos, como o café, que são de mais difícil acesso para fiscalizações de autoridades, geralmente encontram-se trabalhadores em condições extremas de trabalho, sem acesso a maioria de seus direitos legais como funcionários e seres humanos.
Trabalhar exaustivamente, forçadamente, em condições degradantes, sofrendo abusos verbais ou não verbais, ou ser oprimido por etnia, religião ou cor são algumas das características mais humilhantes que uma pessoa que presta serviço escravo pode sofrer, muita das vezes não saindo dessa situação por ser o único meio de sobrevivência da mesma, tendo a saúde física e mental prejudicada de forma absurda.
Portanto, nota-se que está problemática criminosa deve possuir mais atenção do Ministério do Trabalho (MTE), pois mesmo havendo punições e muitos debates sobre, muitas pessoas ainda são sujeitas a escravidão, então políticas públicas devem ser feitas, juntamente com missões de fiscalização em lugares remotos, e leis mais rigorosas, com a ajuda dos governantes, conscientizar a população de seus direitos e deveres com campanhas, propagandas e também incentivando as denúncias.