O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 22/09/2020
A escravidão, hoje em dia, é vista como algo horrível e desumano. Porém, para nossos antepassados que colonizaram o país, a escravidão era algo completamente normal e até incentivada, criando comércio para essa situação. Na contemporaneidade, a maioria das pessoas sabe que o domínio geral sobre a vida de uma pessoa, é algo danoso para o(s) indivíduo(s) que está(ão) nesta situação de escravo.
Segundo os livros de história, um pouco depois do início da colonização do Brasil, os colonos e donos de terra começaram a adquirir escravos, trazidos da África ou até mesmo nativos do próprio país. Essa prática teoricamente se estendeu até 1888, após muitas batalhas e conflitos que ou tangenciavam o tema da escravidão ou era por causa das condições dos escravos, em que Princesa Isabel, sancionou uma lei, chamada Lei Áurea que, em suma, libertava todos os homens dentro da condição de escravos.
Contudo, como mostrado em jornais e noticias na televisão, ainda são relatados casos de situações de escravidão, de lojas multinacionais de roupas, até lugares em situação precária no Nordeste do país. Por esses casos não serem focados pela mídia, diferente de desastres, futebol, vida de famosos entre outros, as pessoas acabam ligando menos para o tema, tornando-o um perigo escondido dentro da sociedade. Juntamente do silêncio da pessoa na situação de escravo (muitas vezes por falta de opções, ameaçada) os casos acabam não sendo repercutidos de uma forma que haja uma comoção como há sobre, por exemplo, pessoas em situação precária.
Após as reflexões sobre o tema e o que foi colocado, a mídia, através de um maior número de notícias e mostrando mais atenção e preocupação sobre a escravidão devem, a partir disso, influenciar a sociedade e instituições a criarem movimentos sociais e ações contra o tema para achar e denunciar pessoas que ainda seguem o regime escravocrata e tem um escravo.