O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 22/09/2020
A cultura de escravidão no Brasil começou a partir do início da colonização do Brasil por meados de 1500, ou seja, desde os primórdios da evolução do território brasileiro, já existia escravidão. Na Contemporaneidade, o sistema de escravidão infelizmente ainda existe , porém é diferente. Hoje em dia, esse processo ocorre de forma criminal e escondida, podendo causar traumas físicos e psicológico aos trabalhadores que são submetidos à isso.
Nessa conjuntura, é necessário apresentar pelo menos uma das leis que vão contra o trabalho escravo. Sendo assim, ela é o artigo 149, que diz: “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalhando, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto: Pena - reclusão, de dois a oito anos, e multa, além da pena correspondente à violência.” Conclui-se que de direitos trabalhistas as pessoas têm, porém pode ocorrer um desconhecimento dessas.
A violência e os traumas psicológicos e físicos que acontecem com os trabalhadores submetidos à escravidão é uma das grandes consequências que permeiam esse assunto. Em Minas Gerais, por exemplo, foram resgatados 19 trabalhadores que passavam por condições precárias participando de uma colheita de café. Portanto, esses trabalhadores e outros parecidos sofrem de sérios problemas psicológicos e físicos por terem sofrido situações abomináveis.
Portanto, a fim de resolver a questão sobre problemas psicológicos, cabe ao Ministério da Economia, que tomou a posição do Ministério do trabalho na posse de presidência do Jair Bolsonaro, criar campanhas de apoio jurídico, psicológico e social às todas as vítimas que sofreram um estado de escravidão. Isso deve ser feito por meio de advogados e instituições psicológicas gratuitas para os indivíduos.