O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 23/09/2020

Há centenas de anos, em 1500, houve a chegada de um povo estrangeiro no território do Brasil, os portugueses. Eles chegaram mostrando gentileza, oferendo amizade e harmonia, mas por trás disso, havia segundas intenções e quando os nativos menos esperavam foram escravizados. Durante anos a economia brasileira se apoiou sobre trabalho escravo, até a criação da Lei Áurea a qual abolia a escravidão, finalmente tornando todos as pessoas livres por lei, no entanto não necessariamente na prática.

O fato é que, ainda com todas as evoluções dos movimentos sociais, do direito dos trabalhadores, dos cidadãos, o trabalho escravo ou análogo a escravidão não deixou de existir. Mesmo que em menor quantidade e frequência, ainda se encontram em diversas regiões e com isso continua a se ter indivíduos passando por condições desumanas de trabalho. Uma situação a qual acabam vivenciando devido a sua falta de recursos, aceitando qualquer trabalho que pague até mesmo um salário extremamente baixo ou por escravidão realmente, sendo imposta a esses cenários.

Cabe ressaltar que essa realidade não se resume somente a adultos, em diversos casos se encontram a presença de crianças e adolescente. Assim tornando um acontecimento deplorável ainda mais triste. Além disso, em muitos casos a presença dessa forma de trabalho se dá pela não superação do racismo, ainda acreditando na ideia da raça branca como superior, dando a ele liberdade para explorar os negros.

Evidência-se, portanto, o senso de urgência no que diz respeito à ainda existência do trabalho escravo no Brasil. Faz-se necessário que o Estado busque dar um fim nesse cenário, reforçando e criando leis que combatam esse ato, tornando a punição mais severa, e promovendo informações sobre esse assunto para que ao indivíduo se deparar com uma situação dessa, possa saber o que fazer e assim denunciá-la. Assim, visando um país mais seguro e justo para todo mundo, sem escravidão e onde todos possam viver livres com seus direitos.