O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 27/09/2020

A escravidão no Brasil, tem como ponto de partida a década de 1530, período em que os portugueses deram início ao processo de colonização. Todavia, apesar de sua abolição ter ocorrido em 1888 e as leis trabalhistas terem surgido na década de 1930, a desigualdade social e a falta de fiscalização ainda são os princípios da escravidão no século XXI.

Em primeiro lugar, o baixo nível de escolaridade de populações carentes resulta na falta de oportunidades de emprego com qualidade. Visto que, segundo o IBGE cerca de 12,8 milhões de pessoas estão desempregadas. Dessa modo, a falta de emprego resulta com que as pessoas procurem qualquer tipo de serviço para garantir sua sobrevivência e na maioria das vezes essas pessoas são submetidas a jornas exaustivas de trabalho, trabalho forçado, servidão por dívida e condições degradantes de trabalho.

Ademais, a falta de fiscalização dificulta o combate a escravidão. Existe hoje no país entre 25 mil e 30 mil pessoas trabalhando em condições semelhantes à escravidão. Certamente, a maior parte da população brasileira não tem o conhecimento e não sabe que essa jornada de trabalho é escravidão. Por isso, o número de denúncias sobre o trabalho escravo são pouco realizadas.

Por conseguinte, o trabalho escravo no Brasil contemporâneo é devido à desigualdade social e a falta de fiscalização. Dessa forma, O Ministério do Trabalho juntamente aos deputados devem criar uma bancada  de fiscais, para que aja a devida fiscalização especificamente a escravidão nos dias atuais. Eles irão investigar, em companhia com a polícia federal,  e irá a campo para descobrir os lugares onde se tem escravidão. Com o fim de serem reconhecidos os chefes para que eles tenham a devida penalidade.