O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 24/09/2020

A escravidão, no Brasil, começou com a colonização do país, no século 16, sendo os negros a parte mais afetada por esta. Servindo à seus patrões, sem remuneração, sem descansos, sem condições de higiene e a grande maioria era submetida aos maus tratos físicos, como chicoteadas. Hodiernamente, a escravidão ainda se faz presente, no entanto, de maneira modificada e até mesmo mais discreta. Dessa maneira, é necessário perceber os impasses que esse problema traz para a humanidade.

Em primeira análise, é preciso analisar os motivos que levam à persistência do empecilho na atualidade. Nesse sentido, é fundamental compreender que o trabalho escravo atual é muito mais discreto que antes, mas ainda é promovido pela população mais favorável economicamente, ou pelas grandes empresas, como C&A e Nike. Nesse contexto, cabe informar que o principal motivo para que o trabalho escravo ainda exista é objeto do maior lucro possível. Com isso, empresas colocam o interesse à cima de tudo, inclusive de condições dignas de trabalho. Dessa forma, é de suma importância que atitudes sejam tomadas a fim de atenuar o problema apresentado.

Em segunda análise, convém perceber os motivos e consequências dessa situação exposta. Nesse viés, é imprescindível comentar que a grande maioria das pessoas que são submetidas a esse tipo de trabalho são imigrantes ou pessoas com extrema vulnerabilidade socioeconômica. Ambos encontram-se em situação vulnerável, seja pela falta de estrutura familiar, social, como dos imigrantes, seja pela extrema necessidade de dinheiro. Dessa maneira, são sujeitos a condições de trabalho degradantes, como ambiente sem higiene básica, sem remunerações, sem seus direitos trabalhistas e humanos resguardados pela lei. Com isso, é necessário medidas atenuadoras para o cenário.

Portanto, mediante ao problema apresentado acerca do trabalho escravo no Brasil contemporâneo, medidas devem ser apresentadas para minimizar o impactos. Dessa forma, o Governo em conjunto coma pasta ministerial da justiça, visto que essa é responsável por administrar situações trabalhistas, devem ampliar a fiscalização das condições de trabalho. Isso deve ser feito por meio de incentivos à denúncia em conjunto com a garantia de um novo emprego seguro e assegurado pela lei. Objetivando, assim, a diminuição do trabalho escravo contemporâneo.