O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 25/09/2020
No século XIX, foi promulgado a lei áurea , sancionando pela princesa Isabel. Dessa forma, a escravidão no Brasil era abolida e se tornaria crime futuramente. Contudo, o problema tende a persistir nos dias atuais, a falta de informação afeta ,principalmente, as camadas mais pobres da sociedade, que desconhecem seus direitos e sofrem com o problema.
Segundo Sartre, filósofo francês, o homem é livre, cabendo a ele escolher seu modo de agir. Nessa lógica, o indivíduo precisa de liberdade para exercer sua função de cidadão, com direitos e deveres. O termo escravidão remete a época do Brasil Império, o ser escravo era uma propriedade , o negro não era visto como um igual . Porém, existem várias formas de escravidão na atualidade, a falta de informação sobre o assunto, atinge os trabalhadores mais pobres que desconhecem seus direitos, a saber, o salário mínimo, ferias remuneradas , horários definidos e etc…Não distante , a normalização das praticas que vão contra os direitos dos trabalhadores são movidas pelo capitalismo desenfreado que objetiva o lucro se sobrepondo ao indivíduo.
O Estado Brasileiro penaliza a escravidão com pena e multa, caso o crime for cometido contra crianças e adolescentes a pena é dobrada. Todavia, as medidas não se fazem eficazes, pois o problema persiste há anos e não diminui. Recentemente em Minas Gerais, 19 trabalhadores foram encontrados numa plantação de café , em situação degradante . Nesse sentido, fica evidente que medidas mais severas devem vigorar no país para atenuar o problema.
Portanto, a fim de garantir direitos para os trabalhadores e acabar com a escravidão no País. O Estado se faz necessário difundindo informação via rádio, tv , jornais etc. Com o objetivo de conscientizar e informar a população sobre o problema que existe e não acabou com abolição em 1888. A medida que, a população conhecer o problema de forma aprofundada, as denuncias irão aumentar, e os malfeitores serão punidos. As escolas se fazem necessárias para emancipar as crianças desde cedo, sobre os direitos e deveres de cada cidadão, para que no futuro não seja exploradas com a “escravidão moderna”.