O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 25/09/2020

Na década de 1530, a escravidão se iniciou no Brasil quando os portugueses implantaram as bases para a colonização da América portuguesa, para atender, mais especificamente, à demanda dos portugueses por mão de obra para o trabalho na lavoura. Atualmente, o trabalho escravo continua a existir na sociedade moderna, tendo incluído todas as formas de escravidão, sendo que o termo “servidão” é geralmente usado apenas com referência a sociedades pré-modernas ou feudais. O trabalho escravo contemporâneo é o trabalho forçado que envolve restrições à liberdade do trabalhador, onde ele é obrigado a prestar um serviço, sem receber um pagamento ou receber um valor insuficiente para suas necessidades.

Como consequência da crise econômica vivida pelo país, o desemprego presenciado por essas pessoas tem como solução qualquer proposta de emprego. Na grande parte das situações, são pessoas com pouca escolaridade e que precisam sustentar uma família, geralmente são pessoas que morram em áreas mais empobrecidas. Onde as leis de proteção são fracas, ou sua aplicação é restrita, de forma que a ação dos aliciadores é facilitada. A região do mundo onde as relações de escravidão estão mais presentes é o sul da Ásia, sobretudo a Índia. Apesar das leis, muitos indianos são forçados a trabalhar em regime escravo para pagar dívidas adquiridas por seus antepassados.

Além disso, vivemos em uma época onde o avanço da tecnologia cresce exponencialmente. Porém, o crescimento dessa ciência está concentrado em futilezas. A falta de opção e de informação por parte dos trabalhadores, também poderia ser considerada um desafio, pois estes, sem alternativas acabam se sujeitando às condições de trabalho injustas, que com o passar do tempo pioram, tornando-se ilegais. A escravidão ocorre em países fracos ou corruptos. Regimes autoritários podem favorecer ou mesmo estimular a escravidão. Um exemplo é a segunda guerra civil sudanesa, quando as milícias receberam apoio do governo para escravizar a população.

Portanto, ações e atitudes devem ser tomadas entre os países e a mídia com a finalidade de combater o trabalho escravo. Para tanto, os Estados devem melhorar e intensificar as fiscalizações para identificar as empresas criminosas por meio de videomonitoramento. A mídia tem o papel fulcral de culturalizar a prática de denúncias desse dilema nas pessoas por meio de anúncios a fim de erradicar o trabalho forçado, a exemplo seria trabalhar as artes cênicas para um melhor engajamento da população. Com isso, as relações pessoais e interpessoais estarão fortificadas novamente.