O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 27/09/2020
Desde os tempos antigos o trabalho escravo era a base da economia brasileira. Por tanto, logo após a abolição desse tipo de trabalho em 1888, com a lei decretada pela rainha, o mesmo persiste de maneira camuflada na sociedade, comprometendo a dignidade étnica de milhares de brasileiros no século XXI. Sendo o principal fator, a carência estatal ao combate escravista.
Analisando em um ponto de vista ainda mais profundo, desde a época da Grécia antiga já se era notado a prática escrava. Os prisioneiros eram geralmente de uma classe hierárquica mais pobre, ou indivíduos estrangeiros. Com base nisso, é notório identificar uma semelhança com a modernidade brasileira, na qual a classe operária é tratada de maneira quase escrava da sociedade.
Apesar da constituição brasileira apresentar leis que multam o trabalho forçado, ainda há uma falta de fiscalização no meio trabalhista. De acordo com o “ilo.org’’, em 2016, foram registrados aproximadamente 25 milhões de brasileiros submetidos ao trabalho forçado. É imprescindível deixa de analisar a exorbitância numerativa da situação em que encontra-se o país.
Logo, torna-se evidente, que a escravidão ainda persiste hodiernamente em grande parte do território nacional, tendo mudanças e permanências na sua prática no Mundo Antigo e no passado brasileiro. Assim, é dever do Governo Federal criar um órgão do estado para fiscalizar, especialmente, as suas práticas. Contudo, deve-se criar um número para esse órgão de denúncias contra a escravidão, além de criar propagandas na mídia para incentivar a população a denunciar. Por fim, a Lei Áurea será válida para o mundo contemporâneo.